Corvette – A história da Lenda 3

maio 30, 2008

Versões especiais – Aqui você vê as principais versões especias que a GM chegou a lançar nestes mais de 50 anos do querido Vette. Desde versões “abinas até um protótipo de corrida, suas versões, além de chamar a atenção de qualquer fã, era também sinal de inovação tecnológica e estética.

35º Aniversário

   Em 1988, uma versão que ficou bastante foi esta de 35 anos. Todo o carro a principio, via-se que era totalmente branco. Porém, se você tiver a oportunidade de entrar em um destes, perceberá que isso vai mais do a cor no lado de fora: assentos, direção, marcha… Tudo era branco! Sua versão albina era confirmada por uma insígnia e a numeração limitada da versão, perto de seu câmbio.

40º Aniversário

   Em 1993, o C4 levou sua versão especial, agora em “vermelho ruby”, um vermelho bem escuro, com novidade tecnológica na época que era uma versão pré-histórica do alarme. O sistema Keyless funcionava travando/destravando as portas de acordo com que o motorista se afastava ou se aproximava do carro.

ZR1 (1990 – 1995)

   Em 1986 a equipe da Lótus (na época subsidiária da GM), estava desenvolvendo um bólido baseado no Corvette. Eles desenvolveram um motor totalmente diferente do V8 da época que equipava um Vette normal. Seu motor, LT5 (375 cavalos) foi feito na base do alumínio, V8 também com 32 válvulas. Além do motor, a Lótus desenvolveu também um sistema de arrefecimento único para época, além de uma suspensão eletronicamente ativa.

   O resultado de todo este “esforço” foi que o Corvette ZR1 bateu o record de velocidade média de 175 milhas por hora (aproximadamente 290 km/h) na pista de testes da Firestone, durante uma corrida de 24 horas, incluindo tempo para troca de pilotos e reabastecimento. Fora isso, apenas alguns ajustes foram feitos ao longo dos outros anos, como controle de tração como item de série e a Lótus redesenhou seus cilindros em 1993, para tentar para o melhor controle de emissão de gás.

Grand Sport (1996)

   Talvez a versão mais famosa. Foram produzidos apenas 1000 exemplares desta versão, exatamente 810 coupés e 190 conversíveis. O motor era o LT4, produzindo de 320 a 330 cavalos de potência, e todos os motores tinham uma placa, indicando a versão especial. Fora isso, a versão era facilmente reconhecida: só vinha com uma cor, a “Admiral Blue (azul almirante???) com uma faixa branca central, desde a frente do carro, até seu fim, rodas pretas e duas marcas vermelhas no lado esquerdo do capô. Os conversíveis não tinham opção de “capota” e as cores internas eram preto ou vermelho.

 


Corvette – A História da Lenda 2

maio 27, 2008

 

C4 (1983 – 1996)

   A quarta geração do Corvette não podia ser diferente. Em seu primeiro ano de produção, nosso C4 já carregava consigo um poderoso motor L83, único em sua categoria em relação a alimentação dupla, comunmente chamada de “Crossfire”, foi neste modelo que voltaram a usar uma janela traseira, onde auxiliava na visibilidade do motorista sem contar aperfeiçoamentos tecnológicos, como freios, suspensão além de outros itens, obrigatoriamente para fazer o carro ficar mais leve, além de telas de cristais líquidos para o velocímetro e o tacômetro também, enfim, tudo no Corvette foi reestilizado fora o motor, que continuava igual. Em 1984 3 85, como item obrigatório, nos EUA, foi instalado um terceiro “brake light”, e foi um período num tanto estranho, pois sua configuração de marchas, até 1988 foi de 4 marchas manuais ou 3 na versão automática, tentando se adaptar a economida de combustível nos EUA na época. Não para menos, a transmissão era horrível e logo em 1989 foi substituída para uma 6 marchas chamada de ZF, muito moderna para sua época, tinha um computador de bordo que, em certas condições, escolhia a melhor marcha para a melhor dirigibilidade e economia de combustível.

   Em meados de 1992, foi introduzido um novo motor, agora de 300 cavalos, e mais opcionais tecnológicos foram surgindo como uma forma rudimentar de controle de tração, na relidade para evitar possíveis “saídas” de trazeira indesejadas e com a consequencia da perda do controle do carro. Teve como bastante evolução com a aparição de tecnologias hoje populares, foram inovadoras para a época: o famoso EFI (Eletronic Fuel Injection) que depois viriam para os modelos considerados populares (Kadett, Monza e outros depois) é na verdade a tecnologia da ingeção eletronica. ABS, Airbags, controle de tração, carroceria em alumínio, Painel eletrônico, transmissão de 6 velocidades, auxílio de um computador de bordo, entre outros, foi pioneiro para a disponibilização desta tecnologia para nós.

C5 (1997 – 2004)

   Sem muitas mudançãs tecnológicas como o modelo anterior, a versão C5 foi o melhoramento do design, em todo o carro de modo geral. A princípio, parece que nada foi mudado visto a versão anterior, se não pelo design. Porém, sua caixa de transmissão, antes junto do motor, agora ficou na trazeira do veículo. O objetivo era melhorar o peso entre eichos. Seu motor, agora com 345 a 350 cavalos, dependendo do ano, podia ser comprado na versão coupé ou na versão de conversível, essa apenas depois 1998, e vem sendo seguido assim até a versão atual, a ZO6.

   Zo6 sempre foi a versão mais “nervosa” dos Vettes atuais, foi-se indroduzido um motor levemente mais forte que os demais, 385 cavalos, sempre na versão coupe, este modelo evoluiu até 2002, com um motor com nada menos 425 cavalos de potencia. Competindo muito bem (obrigado) com Vipers, Mustangs e até Porches, indo de 0 a 100 km/h em nada menos que 3,9 segundos.

   Foi nesta geração que o modelo completou meio seculo de vida, com um evento na própria fábrica e no museu do Corvette, nos EUA.

C6 (modelo atual)

   Uma mudança drástica, que não acontecia desde 1962, seus farois agora eram visíveis. Além de uma total reavaliada na geometria do carro, em sua suspensão também, por ficar mais curto e menos largo. O motor, 6.0 V8 LS2, apesar de ter 400 cavalos de potência, e para sua categoria de “esportivo” tinha uma boa economia de comustível, por causa de seu baixo coeficiente aerodinâmico. Em 2006, seu novo motor LS3, agora com 430 cavalos e uma melhorada na suspensão foram os últimos retoques para trazer o Vette que conhecemos hoje.

 


Corvette – A História da Lenda

maio 12, 2008

   O super esportivo da Chevrolet, por temporadas foi sempre uma ótima escolha para quem escolhe um carro mais esportivo por um valor não muito caro (comparado com outros modelos de mesma qualidade). Apelidado carinhosamente de “Vette”, o carro está sendo fabricado desde 1953, sendo drasticamente modificado em 6 gerações, por isso a denominação C6).

 

C1 (1953 – 1962)

   Esta geração ficou conhecida por introduzir os primeiros motores V8 nos automóveis da Chevrolet. Ainda não tendendo a esportividade, o carro agradava bastante justamente pelo aspecto diferenciado do motor para época, apesar de seu conjunto de suspenção ser bastante criticado até  1963, porém começou a ficar realmente famoso perto dos ano ano 58, onde se disponibilizou mais opcionais para o carro, época também conhecida pela quantidade de item “cromados” no carro, ficando bastante reconhecido.

 

C2 (1963 – 1967) Sting Ray

   Mesmo quem não gosta muito de carros, já viu este modelo, de algum lugar. Criado por Larry Shinoda, introduzindo o primeiro modelo coupé do carro, nos primeiro anos, saira com janelas trazeiras e entradas de ar no capô, porém, foram retiradas nos anos seguinte por motivos de segurança. O design foi inspirado no Jaguar E-Type, e foi extremamente decisivo para o futuro esportivo do Corvette, muito bem aceito, por sinal. Os discos nas 4 rodas vieram já em 1965, com uma outra opção de um motor bem “grandinho” (apenas um V8 6.5), indo até 1967, com motores nada mais potentes do que 560 cavalos. Até esta época, a montadora já havia vendido 10mil modelos do esportivo.

 

C3 (1968 – 1982) Stingray

   Sem mudanças drásticas, Larry Shinoda sem inspirou novamente agora no Mako Shark, um protótipo de criação própria, para criar a nova geração. O nome foi uma junção do primeiro, “Sting Ray” que foi usado desde 69 até 76. Os novos modelos foram introduzidos com novos motores, indo desde 5.7L a 7.4L, porém, isso acabou em 82, com novas regras de emissão de gases, e catalizadores, o modelo terminou com 200 cavalos de potência.

Na próxima parte: C4 até C6… Aguardem!

 


Carros Blindados

maio 7, 2008

Os tipos de carros blindados são a melhor opção quando o objetivo é se obter segurança contra armas.Graças ao aumento da violência no país, o Brasil se colocou no ranking dos países com maior número de veículos ‘’super-protegidos’’.

O peso que o veículo terá depende do nível de proteção da blindagem: quanto maior o nível de proteção, maior quantidade de material deve ser utilizada(deixando o carro mais pesado) e a tecnologia usada nos materiais: quanto melhor a tecnologia utilizada na blindagem, menor o peso que ela apresentará.

Níveis de proteção

Nível

Armas e calibres

Vendas no Brasil

I
II-A
II

.22, .32 e .38
9 mm
.357 Magnum

Menos de 10%

III-A

.44 Magnum

Mais de 90%

III

Fuzis AK-47 e AR-15

Uso restrito

IV

Fuzis e rifles com munição perfurante

Só com autorização especial

Além da segurança que proporciona aos usuários (em casos de tentativas de assalto e seqüestro), o veículo blindado é muito resistente quando há um capotamento, uma colisão lateral e até mesmo nos casos de atropelamento de animais de médio e grande porte, onde a carroceria e os vidros reforçados protegem com mais eficiência.

Porém,apesar de todo esses benefícios que a blindagem apresenta,ainda existem algumas desvantagens: enquanto que os carros modernos são projetados para absorver parte da energia do impacto, nos carros blindados esse recurso é bastante prejudicado e seus ocupantes são mais vulneráveis aos efeitos da redução brusca de velocidade.

Além disso, não é recomendável blindar automóveis com menos de 90 HP, principalmente carros com motor 1.0. Os carros blindados utilizam a capacidade de carga útil especialmente para “carregar” a blindagem, como se fosse uma carga ou uma pessoa “gorda”. Por isso, é recomendável que os carros blindados tenham folga de potência, o que geralmente acontece com motores acima de 1.6.

Mas para pessoas que querem se proteger (e possuem muito dinheiro),isso não seria muito difícil…