Como Chegam os Importados no Brasil?

Por navio. Avião acaba triplicando o valor da importação, então essa opção é só para endinheirados. Além de já caros, os importados tem diferentes portos de entrada pelo Brasil, dependendo aonde a marca é mais forte e sua estratégia de distribuição: de acordo com a Car and Driver, a regra geral é usar o porto mais próximo de seus centros de logística ou de futuras instalações. Confira abaixo e no mapa onde cada fabricante encomenda seus importados:

  • Itapoá (SC): BMW e Mini.
  • Paranaguá (PR):  Volkswagen (sul, sudeste e centro oeste).
  • Rio de Janeiro (RJ): Chrysler, Dodge, Fiat. Jeep, Nissan, Peugeot e Citroën.
  • Rio Grande (RS): Chevrolet.
  • Salvador (BA): JAC.
  • Santos (SP): Fiat, Honda, Mercedes Benz, Mitsubishi, Suzuki, Ferrari, Masserati, Rolls Royce e Lamborghini.
  • Suape (PE): Volkswagen e Chevrolet (norte e nordeste).
  • Vitória (ES): Audi, Chery, Hyundai, Jaguar, Land Rover, Toyota, Lexus, Kia, Volvo e Porche.
  • Uruguaiana (RS): Toyota (Hilux e SW4).

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Fonte: Car and Driver

Se carros ficcionais fossem reais

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Se alguns carros de filmes famosos fossem realmente colocados em produção, teríamos que levar em consideração a relação custo benefício. Pensando um pouco dessa maneira, o artista Gerald Bear transformou esses veículos icônicos em carros de transporte um “pouco” mais acessíveis. Afinal, quem pode pagar um Mustang para transformá-lo no carro da série Super Máquina? Muito mais acessível um Fusca! Já a moto de luz usada no filme do Tron? Muito mais fácil se usar uma Honda Cn250! E, para que tanta potência de um Dodge no filme Os Irmãos Cara de Pau? Um Mini Cooper já da conta do recado!

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