Dória Aumenta Riscos nas Marginais

Joao Dória Jr, prefeito eleito da cidade de São Paulo, depois de voltar atrás em diversas promessas, apresentou terça, dia 22, uma das “soluções” a promessa de voltar as velocidades da marginal Tiete e Pinheiros da capital.

Antes dos resultados das eleições, um dos principais chamarizes da campanha de Dória era a volta das velocidades das Marginais, 90 km/h para Expressa, 70 km/h nas centrais e 60 km/h nas locais. Uma vez eleito, e diante de pressões de vários setores, Dória voltou atrás mencionando que as marginais teriam velocidades diferentes em determinados trechos.

Agora a novidade foi colocar uma das faixas de rolamento com velocidade diferente das demais. Ficaria, então, 90 Km/h na pista expressa, 70 km/h na pista central e 60 km/h na pista central sendo uma das faixas a velocidade de 50 km/h. Para veículos pesados, 60 km/h tanto na pista expressa quanto na central e 50 km/h na pista local.

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Pegadinhas:

Apesar das velocidades teoricamente voltarem ao normal, as “pegadinhas” ficam em trechos que se julga mais perigosos, como curvas acentuadas. Nesses pontos, as velocidades na expressa volta a ter 70 km/h e a central 60 km/h. Além dessa, uma das faixas da pista local ficará numa velocidade mais lenta que as demais, 50 km/h.

Em outras palavras haverá uma “safra” enorme de velocidades diferentes, e é claro que seus respectivos radares já estarão calibrados para multar as pessoas que esqueceram que a velocidade voltou a ser a antiga num determinado trecho ou aquelas que não sabiam que tinham que diminuir pra entrar numa das faixas da pista local. Especialistas já apontam críticas e aumento tanto da gravidade quanto do número de acidentes.

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Infográficos: Folha de São Paulo

Como é Rodar Num Uber Autônomo

Em setembro desse ano a Uber colocou em funcionamento seu projeto experimental de carros autônomos com parceria com a Ford. Já falamos sobre a intenção deles nesse post e suas implicações até para para seus colaboradores, como os próprios motoristas da Uber.

A revista Business Insider foi até Pittsburg e mostrou como foi a experiência num desses carros. Segundo a revista, quando se chama um Uber x é praticamente a mesma que qualquer carro em qualquer cidade. Porém quando se é escolhido para um carro autônomo, você recebe uma notificação:

  • Você foi selecionado para o carro autônomo.
  • O limite é de 2 passageiros; porque nos bancos da frente vão um motorista e um engenheiro da empresa.
  • Obrigatório o uso de segurança.
  • A corrida, por ser experimental, sai de graça!

Ainda é relatado que o motorista era sempre instruido a segurar o volante o tempo que os sinais sonoros e mensagens no painel avisassem da necessidade e que em diversas ocasióes o motorista toma o controle quando a situação parecia complexa demaiis para os algoritimos do carro. Apesar disso, a viagem relatada mostrou-se segura, veiculo para em sinais de trânsito e placas, com uma condução suave praticamente o tempo todo.

Você pode ver a matéria completa no AutoEsporte!

 

Uber e Carros Autônomos

uber volvo
A Fronteira Final?

Já não é de hoje que o Uber vem angariando polêmicas. Em Pittsburgh, cidade da Pensilvania, Estados Unidos, o Uber vai deixar que seus clientes viajem em carros autônomos, com parceria da Volvo.

A principio, todos os carros serão supervisionados por motoristas capazes de assumirem o volante em eventual anormalidade; “… o Uber vai permitir que clientes no centro de Pittsburgh peçam carros sem motorista de seus celulares, cruzando uma linha importante que nenhuma empresa automotiva ou de tecnologia ultrapassou”, disse um porta-voz do Uber à BBC.

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Desvendando o Estilo de Hamilton

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Sim, há diferenças sutis

Uma matéria excelente no Projeto Motor, se você ainda tem alguma dúvida com relação a maestria de Hamilton diante da normalidade de Nico. Se ao menos pudéssemos contar com um Alonso mais competitivo, a discussão seria grande, lenta e  equilibrada;

“Como costuma frear mais tarde, Hamilton permanece em linha reta por mais tempo na aproximação de uma curva do que aqueles que reduzem antes e, consequentemente, tomam a trajetória mais cedo. Porém, quando inicia a sua tomada, o inglês mostra controle magistral da traseira do carro, que escorrega no limite de sua aderência, mas sem perder estabilidade.”

Leia mais no Flatout!

Editorial: Faróis Baixos

farol baixo e DLR
Farol Baixo ou DRL? Porque não os dois?

A lei que obriga o uso de fatos baixos está realmente dando muito o que falar no trade automotivo. Dentre as opiniões mais diversas, as mais frequentes são de críticas. Dentre as várias citadas, a da não especificação do DRL (Daytime Running Lights), e da suposta indústria de multas.

Longe ter a palavra final, ainda mais de ter a razão. Sei que há vários fatores que indicam a indústria da multa e muitos outros fatores que poderiam ser considerados para se aprovar a lei, que está longe de ser perfeita.

Porém consideremos: uma lei que está tramitando há anos no (congresso?), num país em que as coisas mal funcionam. Podemos considerar que é uma forma de tentar diminuir de uma forma eficaz e quase sem custo um mal que ninguém vê: o de ser visto no trânsito. Porque se pensarmos em dll em todos os carros, o custo para implantar seria muito alto para veículos que nem sequer a manutenção preventiva é feita.

Sabe-se e é até recomendável trafegar de faróis baixos ligados durante o dia para uma maior visibilidade. Então agora porque tornam obrigatório mediante multa, ficam criticando? Se aquele que tem um carro com DRL e acha o fim da picada ficar ligando seus faróis, poxa, porque não ter um pouco de paciência? É uma ordem natural, assim como Airbags, freios Abs que os DRL sejam cada vez mais frequentes, a ponto de serem obrigatórios.

Então porque não um pouco de convicção, de otimismo? De parar de reclamar por reclamar e começar a criticar com o intuito de melhorar? A lei a meu ponto é sim bem vinda, porém tem de ter um período de adaptação e sim tem de ser levado em consideração os DRL que foram feitos para o dia.

Fotos: Wikipedia (2)

Manobras: J-Turn

Uma manobra bem conhecida nos Estados Unidos é o “J-Turn”. É tão conhecida e necessária lá, que é uma das habilidades requisitadas para poder ser o motorista do presidente dos Estados Unidos, por exemplo. “J-turn” (curva em J, em tradução literal) é uma manobra evasiva que ficou bem conhecida por serem bem frequentes em filme de ação. Também é uma manobra muito útil quando se está numa situação de perigo em que a única maneira de escapar é seguir o sentido inverso o mais rápido possível. Porém muito arriscado, portanto, não tente fazer isso num estacionamento por exemplo. Aliás, não recomendamos fazer esse tipo de manobra em nenhum lugar, portanto a responsabilidade fica somente em quem a pratica.

Abaixo um passo a passo para se fazer uma manobra digna de filmes de ação:

j-turn

Fonte: Lifehacker

Policiais Australianos e Viaturas Descaracterizadas

Foto: Alf Sorbello
Foto: Alf Sorbello

Viaturas descaracterizadas no brasil é uma novidade que não é vista com bons olhos, uma vez que em terra de espertalhões, nunca se sabe se o carro é verdadeiro ou não. Mas, em países como Estados Unidos, na Alemanha e aparentemente na Austrália, esses veículos são relativamente comuns. Uma novidade que a policia australiana está implantando agora são motocicletas descaracterizadas, afim de autuar contra infrações difíceis de serem provadas ou vistas, normalmente feitas quando não há autoridade de transito presente, como falar no celular ou andar sem cinto de segurança.

Segundo a policia da cidade de Perth, só nesses últimos 7 dias, foram feitas 147 infrações de falar ao celular dirigindo, e outras 26 multas para quem dirigia sem cinto de segurança, mudança que acaba por ajudar a coibir esses tipos de infração. O vídeo abaixo mostra como são feitas as abordagens, um detalhe interessante é que o conhecido sotaque australiano faz você pensar que está tomando bronca de seus pais, pois são são ligeiramente francos e ligeiramente educados.

E você, o que acha desse tipo de estratégia? Comente e compartilhe!

Fonte: Jalopnik (em inglês)
Foto: PerthNow (em inglês)