Feliz Natal!

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Que esse natal seja especial, com muita paz e com uma torcida para que 2017 venha com muito mais otimismo, carros e experiências surpreendentes!

Outros Pilotos que Desistiram da Aposentadoria

A volta da aposentadoria não foi algo inventado pelo Felipe Massa. Antes dele, muitos pilotos também voltaram atrás. Alguns com sucesso, outros nem tanto:

  • Michael Schumacher:
    Schumacher saiu em 2006 depois de conquistar a grande maioria dos recordes da F1 pela Ferrari, se aposentou em seu auge. Quando voltou, pela Mercedes em 2010, seu desempenho deixou muito a desejar, alguns questionando até seus reflexos. Apesar disso, a forma como o carro da Mercedes evoluiu para a época foi de fundamental importância para despontar.
  • Alain Prost:
    Em um momento sabático, deixou a Ferrari em 1991 e por contrato não podia correr em outra equipe em 1992. Livre em 1993 fez acordo com a Williams e venceu o campeonato com folga. E dai se aposentou de vez.
  • Kimi Raikkonen:
    O mais velho ainda ativo na F1, o caso de Raikkonen foi complicado: deixou em 2010 a Ferrari, foi substituído pelo Fernando Alonso. No hiato, experimentou várias categorias, dentre elas, rally. Voltou pela Lotus Renault, e conseguiu reavivar a carreira novamente pela Ferrari que está até hoje.

Quer saber de outros famosos como Niki Lauda, Nigel Mansel e outros que voltaram depois da aposentadoria? Confira a matéria completa no Uol Esporte!

Dória Aumenta Riscos nas Marginais

Joao Dória Jr, prefeito eleito da cidade de São Paulo, depois de voltar atrás em diversas promessas, apresentou terça, dia 22, uma das “soluções” a promessa de voltar as velocidades da marginal Tiete e Pinheiros da capital.

Antes dos resultados das eleições, um dos principais chamarizes da campanha de Dória era a volta das velocidades das Marginais, 90 km/h para Expressa, 70 km/h nas centrais e 60 km/h nas locais. Uma vez eleito, e diante de pressões de vários setores, Dória voltou atrás mencionando que as marginais teriam velocidades diferentes em determinados trechos.

Agora a novidade foi colocar uma das faixas de rolamento com velocidade diferente das demais. Ficaria, então, 90 Km/h na pista expressa, 70 km/h na pista central e 60 km/h na pista central sendo uma das faixas a velocidade de 50 km/h. Para veículos pesados, 60 km/h tanto na pista expressa quanto na central e 50 km/h na pista local.

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Pegadinhas:

Apesar das velocidades teoricamente voltarem ao normal, as “pegadinhas” ficam em trechos que se julga mais perigosos, como curvas acentuadas. Nesses pontos, as velocidades na expressa volta a ter 70 km/h e a central 60 km/h. Além dessa, uma das faixas da pista local ficará numa velocidade mais lenta que as demais, 50 km/h.

Em outras palavras haverá uma “safra” enorme de velocidades diferentes, e é claro que seus respectivos radares já estarão calibrados para multar as pessoas que esqueceram que a velocidade voltou a ser a antiga num determinado trecho ou aquelas que não sabiam que tinham que diminuir pra entrar numa das faixas da pista local. Especialistas já apontam críticas e aumento tanto da gravidade quanto do número de acidentes.

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Infográficos: Folha de São Paulo

Mendoza: Frota Parada no tempo

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Um dos carros conservados



Mendoza não são apenas vinícolas, pontos turísticos e muita neve; existem carros, muitos deles clássicos. Pena que muito deles, assim como no Brasil estão em péssimo estado de conservação:

Fotos: Garagem 360 / Msn Carros

Gp dos Estados Unidos 2016: Helicóptero na P3

Pra quem perdeu a terceira rodada de treinos livres, um helicoptero passou rasante na pista, confira as imagens no tweet do @Mattzel89:

 

Honda S660

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Pequeno, porém bem esperto!

O S660 é um carro esportivo fabricado pela Honda que se encaixa na categoria de Kei Cars japoneses. O carro tem aproximadamente 830 kg com transmissão manual e 850 kg com transmissão CTV. Seu protótipo apareceu pela primeira vez em 2013 no Salão de Tóquio e é o sucessor do então Honda Beat. O nome foi uma convenção da honda de se utilizar “S” em seus carros conversíveis, com o deslocamento do motor, que no caso é de 660 cc. É também considerado uma versão moderna do primeiro carro a ser produzido pela montadora, o Honda s500.

 O S660 é um carro esportivo leve e conversível. Ele usa a mesma plataforma do Honda N-one. Suas dimensões, por conta da legislação japonesa de Kei -cars são quase idênticas ao Honda Beat e usa o mesmo motor 3 cilindros, com algumas melhorias mecânicas.

No Japão, o modelo usa um motor de 660 cilindradas com aproximadamente 63 cv de potência e 10,4 mkgf de torque. Um modelo que vai para exportação, por ficar livre das regulações japonesas, usa um 1.0 turbo que sobe a potência para mais de 120 cv.

O motor é central traseiro, preferido de puristas automobilísticos, e dá uma boa pegada ao modelo,  a distribuição de peso é de 45/55 frente/traseira. O desenvolvimento do modelo foi liderado por Ryo Mukumoto que venceu seus outros 400 adversários da própria Honda e fez dele o mais novo engenheiro chefe da história da montadora. Ele tinha apenas 22 anos quando foi escolhido e foi dado 5 anos para desenvolver o S660.

Tabela Geral:

Honda S660 / Honda S1000
Fabricante Honda
Produção 2015
Tipo / Chassi Conversível / Kei Car
Layout Motor central-traseiro
Tração Traseira
Transmissão 6 marchas – Manual / Automática sequencial (CVT)
Motor 660 cc / 1.000 cc turboalimentado
Peso 830 kg (manual) / 850 (CVT)
Comprimento 3,39 metros / 3,54 metros (S1000)
Largura 1,47 metros / 1,67 metros (S1000)
Altura 1,18 metros
Predecessor Honda Beat

Fonte: Wikipedia
Fotos: pinimg; TheTruthAboutCars; TheMotorReport

Rotas do Brasil – Estada Real – Minas Gerais / São Paulo / Rio de Janeiro

A estrada real é uma estrada histórica. Conjuntos de caminhos rudimentares, determinados pela então coroa portuguesa caminhos para a estraçao de ouro e diamantes da então Vila Rica (atual Ouro preto) para a costa Brasileira, inicialmente via Paraty e depois com destino final Rio de Janeiro. Por causa do seu tamanho, tem como garantia ótimas paisagens natureza exuberante, cidades históricas, muita cultura e dependendo das condições climáticas, uma aventura digna para carros 4×4.

O projeto turistico Estrada Real foi formulado em 2001 pelo Instituto Estrada Real, com o objetivo de popularizar e valorizar o patrimonio histórico cultural, estimular o turismo, a preservação e revitalização dos entornos das antigas Estradas Reais

A estrada tem cerca de 1 600 km, passa por 87 distritos e distritos – 76 em Minas Gerais, , 3 em São Paulo, e outros 8 no estado do Rio de Janeiro. A navegação é bem eclética pode ser feita a partir de outras cidades, flexibilizando a rota de acordo com o que você gostaria de fazer. Além do carro, pode-se fazer o roteiro da estrada real de bicicleta, a pé ou até mesmo de cavalo :/

Os 4 caminhos da Estrada Real são:

  • Caminho dos Diamantes:
    Pode ser percorrido de Diamantina a Ouro Preto ou de Ouro Preto a Diamantina, tem 395 Km e é dividido em 18 trechos.
  • Caminho Velho:
    Maior dos caminhos, pode ser percorrido de Ouro Preto a Paraty ou de Paraty a Ouro Preto, tem 710 Km e é dividido em 27 trechos.
  • Caminho Novo:
    Pode ser percorrido da cidade de Ouro Preto a Porto Estrela ou de Porto Estrela a Ouro Preto, tem 515 Km e é dividido em 18 trechos.
  • Caminho do Sarabuçu:
    Pode ser percorrido da cidade de Cocáis a cidade de Glaura ou de Glaura a Cocáis, tem 160 km e é dividido em 6 trechos.

Fontes: