3 Carros Esportivos e Econômicos

A potência dos carros vem sempre com uma relação de serem beberrões. Mas graças a evolução da tecnologia coligada a exigência do mercado automotivo para modelo mais eficientes temos hoje carros que são bem potentes e ao mesmo tempo tão econômicos quanto um modelo comum.

Abaixo 3 modelos esportivos que provavelmente devem ser mais econômicos que muitos modelos brasileiros:

3. Nissan 370z:
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Adorado não só por japosenes, o 370z também é conhecido como Nissan Fairlady e seu motor V6 é capaz de mandar o modelo da inércia a 100 Km/h em 5,2 segundos, produzir 332 cavalos de potência. E mesmo com toda essa cavalaria, o modelo faz modestos 8,1 Km/L na cidade e 11,1 na estrada.

2. Audi TT:
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Um dos ícones da Audi, também não deixa a desejar na performance: motor é um 4 cilindros 2.0 capaz de desenvolver bons 211 cavalos de potência, 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e seu custo vai de 8,5 km/L na cidade a 12,8 Km/L na estrada.

1. Ford Mustang:
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Ok, sabemos que carros músculo, ou nesse caso um pony car não seja assim exatamente um exemplo de bom consumo, mas o Mustang pode se orgulhar de possuir um belo motor V6 capaz de produzir 305 cavalos de potência, ir de 0 a 100 Km/h em 5,8 segundos e ainda fazer por volta de 8,5 Km/L na cidade e 13,2 Km/L na estrada!

Menção Honrosa ao Chrysler 300:
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Ok, não é um esportivo mas vale pela “mágica” feita no motor, que por sinal também vai para seus irmãos maiores, da linha Hellcat: motor HEMI V8 6.4 e produz mais de 460 cavalos de potência. O motor porém é dotado de uma tecnologia chamada “Interactive deceleration fuel shut off”, ou como iDFSO. Ela consiste em “desligar” metade do motor quando percebe que não é necessária muita potência. Ou seja, quando não é necessária toda a cavalaria de quase 500 cavalos, o motor “desliga” 4 pistões, fazendo o consumo cair drasticamente: 14 Km/L na cidade e 23 Km/L na estrada.

Fonte e Fotos: Elhombre

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Dicas para Economicar Combustível

Fonte: Velocidade.org
Fonte: Velocidade.org

Um ótimo post do Ricardo Arcuri, do blog Velocidade trás verdades muitas vezes ignoradas por nós no trânsito e pode ajudar muito a economizar combustível. Afinal, com essas altas nos preços do etanol e da gasolina, qualquer medida que vise economizar é bem vinda:

  1. Rotacionar pouco: “Diferente do conceito dos carros mais antigos, de se passar a marcha na rotação que o motor permite, podemos movimenta-lo por um intervalo de rotações mais amigável. Ou seja, passar a marcha na menor rotação possível. Quanto menos o motor rodar, menos ciclos de injeção de combustível teremos e, assim, menor consumo.”
  2. Descendo e/ou Parando Engrenado: “Os motores equipados com injeção eletrônica possuem um comando chamado cutoff. Ele é responsável por cortar a injeção de combustível no motor em situações em que não esteja sendo acelerado (entende-se que o motor é usado como freio). Existem duas situações onde esse advento pode ser bem aproveitado. O primeiro, o mais óbvio, é na descida, onde o consumo momentâneo é zero. Uma segunda situação, que costumo usar bastante ao ver um semáforo fechando mais a frente, é começar a reduzir as marchas, uma por uma, sem o uso do freio. Assim, o freio-motor vai vagarosamente diminuindo a velocidade do carro. E por usá-lo como freio, o consumo também será zero durante esse procedimento.”
  3. Cuidados com a Embreagem:
    • “Parou na subida, segura no freio de mão ou no de pé. Mas devido à próxima instrução, melhor ficar no de mão.
    • Na hora de sair, faça que nem a auto-escola ensina: engate a marcha, faça o carro querer se mover e então solte o freio de mão. Com esse procedimento, existe uma segunda economia do sistema. Saindo no freio de pé, o carro desce um pouquinho. Com isso, é necessário vencer a aceleração contrária e a inércia para sair do zero. Já saindo no freio de mão, é necessário vencer apenas a inércia para iniciar o movimento. Menos esforço, mais economia!”
  4. Alimentar Bem: “se não alimentar bem nosso veículo, ele vai se sentir mal, andar fraco. Por isso, é muito importante abastecer com combustível de qualidade, seja álcool, gasolina ou até o diesel. (…) para carros flex, usem sempre o fator 0,7 na divisão álcool/gasolina, para ver quem está valendo a pena. Se esse fator estiver abaixo, use álcool. Senão, parta para a gasolina.”